Como fechar negócio de energia solar em um condomínio

Os sistemas de geração de eletricidade a partir da energia solar fotovoltaica, conectados em paralelo com a rede elétrica de distribuição pública, necessitam de pouco espaço e praticamente nenhuma manutenção, configurando uma das melhores alternativas para a geração autônoma de energia elétrica nos condomínios.

Com a entrada em vigor da Resolução Normativa ANEEL nº 687/2015, que promove a geração distribuída e introduz o sistema de compensação de energia elétrica, seus clientes podem produzir a sua própria energia elétrica, tornando-se um gerador de eletricidade a um custo muito competitivo e anulando quase na totalidade a sua fatura de energia elétrica mensal, e ao mesmo tempo, ficar imune aos previsíveis (e já anunciados) aumentos históricos e significativos dos preços da energia elétrica no Brasil, para os próximos anos, garantindo o abastecimento de eletricidade por pelo menos 25 anos (vida útil de um sistema fotovoltaico).

 

 

 

Como fechar negócios de instalação de energia solar em condomínios

Você irá marcar uma reunião com o sindico do condomínio para lhe apresentar a proposta da instalação de energia solar naquele local. Sugerimos que você apresente uma proposta que abranja toda a área comum do condomínio.

O que é área comum de um condomínio? É o elevador, parquinho, luzes do corredores, enfim, onde todos os moradores irão utilizar. Essa área comum gasta energia, então o seu primeiro objetivo é zerar o consumo de energia da área comum do condomínio com a energia solar.

Você pode levar também uma proposta para cada morador do condomínio, mas num primeiro momento instalar a energia solar na área comum do condomínio é muito mais fácil.

Depois que você conseguir fechar o negócio é conseguir instalar seu sistema gerador de energia solar pelo menos na área comum do condomínio será a hora de tentar fechar negócio com os moradores que já conhecerão o seu serviço.

 

 

Como iniciar a implantação da energia solar em condomínios e em prédios?

Prédios e condomínios são responsáveis pela concentração de “múltiplas unidades consumidoras” de energia elétrica. Cada unidade se refere a uma casa ou apartamento que possua relógio de luz e consumo elétrico próprio.

As áreas comuns também são consideradas unidades, pois apresentam essas características. Os proprietários das residências devem decidir, em conjunto, a respeito da instalação do sistema de energia solar e se informar a respeito de seu valor.

A partir disso, o responsável ou administrador do empreendimento deve procurar uma empresa especializada para desenvolver o projeto fotovoltaico. Além de planejar e instalar todo o equipamento necessário, ela prestará auxílio na solicitação de conexão com a distribuidora local de energia.

Assim que tudo estiver em pleno funcionamento, a energia é gerada diariamente e distribuída pela rede elétrica, contemplando todos igualmente.

A distribuidora também terá o compromisso de computar toda essa movimentação. E, a partir de seus resultados, deverá gerar créditos energéticos e fornecer a compensação regulamentada dessa energia. A norma, por sua vez, foi estabelecida no ano de 2012 para assegurar o reembolso da energia elétrica produzida e enviada para a rede.

Uma vistoria técnica por parte da distribuidora deve acontecer em até 7 dias úteis após a instalação. Ela é necessária para verificar os componentes e materiais do sistema e para aprovar o trabalho realizado. Somente após autorização o uso da energia solar é liberado, mas isso costuma acontecer de imediato.

 

Como um condomínio pode lucrar com geração de energia solar

Você sabia que quem mora em apartamentos também poderá receber créditos na conta de luz ao instalar painéis solares?

Uma alteração em 2016 nas regras de mini e microgeração de energia elétrica dobrou o tamanho do mercado de energia solar no Brasil. A nova regra, que entrou em vigor em março daquele ano, cria novos modelos de negócios para o consumidor instalar painéis solares em casas ou terrenos e gerar energia limpa e barata – e ser recompensado por isso.

O Brasil demorou para perceber o potencial que a energia solar pode ter no país. Foi só no final de 2012 que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou a geração distribuída.

Na prática, você instala um painel solar na sua casa ou escritório e liga esse painel à rede de distribuição. Quando não estiver usando energia, a eletricidade gerada pelo painel vai direto para a rede, e desta forma você “vende” energia. Essa energia vira créditos que podem ser usados para abater a conta de luz.

Com as novas regras, será possível instalar painéis solares em outros terrenos, outra localidade além do telhado da sua casa. Antes, se o local de instalação não consumisse energia, você não poderia instalar o painel.

Agora não. Um consumidor pode colocar os painéis em um terreno sem construção e compensar essa energia em sua casa ou escritório. Essa medida beneficia quem não tem um telhado – moradores de condomínios, por exemplo – ampliando e muito o mercado para energia solar.

Brasil enfim tem um estrutura regulatória boa para a energia solar decolar. Agora falta apenas uma boa política de incentivo. A criação de programas de financiamento, públicos e privados pode facilitar a vida de quem quer instalar um painel solar e não tem o valor necessário.

 

 

VALE A PENA INSTALAR UM SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA CONDOMÍNIO?

O Brasil levou muito tempo para perceber o seu potencial. No ano passado, com o aumento de investimentos, o país conquistou a marca histórica de 1,1 Gigawatts (GW) de potência instalada em tecnologia fotovoltaica. Foi assim, que o Brasil passou a fazer parte do Clube Gigawatt. Atualmente, ele está entre as 30 maiores potência em geração de energia solar.

Diante dos dados, é possível observar que o mercado de fontes alternativas está favorável para investimento. Por isso, a instalação de um sistema fotovoltaico pode trazer uma série de benefícios para seu condomínio. Vamos conferir?

ECONOMIA

Já pensou como seria poder usar o ar-condicionado, aquecedor na piscina e elevador, pagando só a tarifa mínima de consumo? É isso que acontece quando um condomínio produz sua própria energia. O sistema fotovoltaico pode reduzir até 95% do valor das contas de luz. Somente as taxas obrigatórias da ANEEL deverão ser pagas.

RETORNO DO INVESTIMENTO

Instalar um sistema fotovoltaico é um investimento de longo prazo, pois o custo inicial é muito alto. Porém, todo dinheiro investido retorna para o bolso do consumidor entre 4 e 10 anos.

Por exemplo: um condomínio paga cerca de R$ 5.000 de conta de luz todo mês, o gasto anual será de R$ 60.000. Caso os moradores invistam no sistema fotovoltaico, o valor passa ser de apenas R$ 250. Supondo que o projeto custe R$ 300.000, você vai precisar de 5 anos para ter seu dinheiro volta (payback). Como a vida útil das placas solares pode chegar até 30 anos e a manutenção dos equipamentos é mínima, os condôminos ainda terão mais de duas décadas para aproveitar o desconto.

VALORIZAÇÃO DO IMÓVEL

No mercado imobiliário pesquisas apontam que, muitas pessoas têm procurado investir em imóveis que sejam considerados sustentáveis. No caso do sistema fotovoltaico, ele pode valorizar cerca de 30% sobre o preço da venda ou do aluguel de um imóvel. Portanto, a instalação de um projeto de geração de energia solar vai valorizar seu imóvel.

SUSTENTABILIDADE

O sol é considerado a matriz energética do futuro. A fonte alternativa é limpa, pois não emite gases poluentes na sua produção e não causa impactos ao meio ambiente. Além disso, a energia proveniente do sol é inesgotável. Sem dúvidas, é maneira sustentável de se obter eletricidade.

Agora que você já sabe que investir em um sistema de energia solar para condomínio traz benefícios para todos os moradores então deixe de levar essa pauta para a próxima assembleia.

 

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